Bélgica — A classificação para as quartas de final da Copa do Mundo veio com goleada por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, mas o espetáculo da seleção europeia continuou nas redes sociais, onde os belgas dispararam provocações que rapidamente viralizaram.
- Em resumo: Bélgica ironizou a anulação do cartão vermelho de Folarin Balogun logo após avançar de fase.
- Sobrou também para o termo “soccer”, riscado pelos Red Devils em defesa de que o jogo se chama futebol.
Balogun vira alvo principal da ironia belga
O estopim da cutucada foi a liberação de última hora que permitiu a Balogun encarar a Bélgica nas oitavas. O atacante norte-americano havia sido expulso na fase anterior, mas o Comitê Disciplinar da Fifa suspendeu a punição, decisão contestada pela federação belga.
Assim que o árbitro encerrou a partida no Estádio Rose Bowl, o perfil oficial dos Red Devils publicou uma foto de Romelu Lukaku celebrando o quarto gol com a mão no ouvido, acompanhada de três palavras que incendiaram os comentários.
“Reverte isso.”
A frase, simples e direta, faz alusão ao recurso que anulou o cartão vermelho do camisa 9 dos EUA. Torcedores interpretaram a postagem como um “recado de campo”, reforçando que o resultado em Los Angeles foi a verdadeira resposta à polêmica.
‘Soccer’ riscado e foco na Espanha
Não satisfeita, a administração das redes belgas ainda brincou com a eterna divergência terminológica entre os países. Em nova postagem, exibiu a palavra “soccer” atravessada por um risco grosso, seguida de um aviso categórico sobre como o esporte deve ser chamado.
O nome é FUTEBOL.
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A tirada conquistou milhares de curtidas enquanto a equipe já mirava o próximo compromisso: um duelo contra a Espanha nas quartas, programado para sexta, no mesmo estádio. Internamente, a comissão técnica prega concentração total, mas admite que o elenco se divertiu com a repercussão digital.
Análise: bastidores da decisão sobre Balogun
A liberação do atacante norte-americano extrapolou a esfera esportiva depois que jornais como “New York Times” e “Associated Press” apontaram conversas entre o então presidente Donald Trump e Gianni Infantino. Mesmo negando interferência direta, Trump admitiu ter pedido revisão do lance, o que deu margem para acusações de pressão política.
Enquanto a Fifa sustenta que seus comitês atuam de forma autônoma, a Federação Belga tentou, sem sucesso, reverter a decisão. O caso ainda pode chegar ao Tribunal Arbitral do Esporte, prolongando a controvérsia e mantendo o tema Balogun vivo no noticiário.
O que você acha? A provocação belga foi justa ou passou do ponto? Para acompanhar tudo sobre o mata-mata da Copa, acesse nossa cobertura completa.


