Williams — A escuderia britânica deixou o GP de Miami com um raro resultado duplo na zona de pontos, cenário que levou Carlos Sainz a apontar o fim de uma fase turbulenta e o início de um novo patamar de competitividade.
- Em resumo: Resultado em Miami reforça que o desenvolvimento atrasado começa, enfim, a dar frutos.
Pontuar duplamente muda o clima em Grove
Depois de perder o shakedown em Barcelona por excesso de peso e ocupar posições modestas nas primeiras etapas, a Williams enfim colheu algo palpável. Sainz e Alexander Albon cruzaram a linha dentro do top-10, sinal de que as atualizações recentes ganharam corpo. Como destacou o espanhol, o trabalho intenso nas últimas semanas foi crucial para virar a chave — leitura que ecoa análises da imprensa especializada.
Em uma temporada que começou aquém das expectativas, o resultado serve como injeção de ânimo para a fábrica em Grove, que busca retomar o status de protagonista no grid.
“Acho que a equipe fez um grande esforço nas últimas semanas para chegar a este resultado, e isso mostra que quando se faz as coisas certas, os resultados começam a melhorar”, acrescentou Sainz.
Distância para rivais ainda incomoda
Apesar do progresso, o próprio piloto reconhece que a Williams segue longe do pelotão da frente. Segundo ele, a Alpine ainda mantém vantagem de aproximadamente 20 segundos em ritmo de corrida, diferença que poderia chegar a 30 segundos sem a intervenção do safety-car.
A meta agora é transformar Miami em nova referência de performance e, a partir daí, encurtar o gap para as equipes de meio de grid. A Williams não vence uma prova desde 2012, e qualquer avanço consistente ressoa como passo importante rumo à antiga glória.
O que você acha? A Williams conseguirá reduzir a distância para a Alpine nas próximas corridas? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.

