Seleção Brasileira — O caminho rumo às quartas de final da Copa do Mundo de 2026 pode recolocar Brasil e Inglaterra frente a frente, duelo que traz lembranças decisivas e um histórico amplamente favorável aos sul-americanos, com transmissão prevista na Globo.
- Em resumo: Brasil nunca foi derrotado pela Inglaterra em Copas e ergueu a taça nas quatro vezes em que cruzou com os ingleses.
- Possível reencontro depende de vitórias brasileiras sobre Japão e, depois, Noruega ou Costa do Marfim, enquanto os ingleses encaram RD Congo e, na sequência, México ou Equador.
Histórico imbátivel embala torcedores
Desde o primeiro confronto mundialista entre as seleções, em 1958, o Brasil transformou cada encontro em trampolim para campanhas vitoriosas. Naquela ocasião, o empate sem gols pavimentou o caminho para o inédito título na Suécia. Quatro anos depois, no Chile, dois gols de Garrincha e um de Vavá garantiram o 3 × 1 nas quartas de final, resultado que seguiu intacto até a taça.
A relação de supremacia contra os Three Lions ganhou contornos épicos em 1970: vitória brasileira por 1 × 0, gol de Jairzinho, em duelo lembrado pela plasticidade da defesa de Gordon Banks em cabeçada de Pelé. Já em 2002, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo selaram a virada por 2 × 1 que manteve vivas as chances do penta, conquistado semanas depois na final contra a Alemanha.
No total, são três triunfos e um empate em Mundiais, retrospecto que coloca a Inglaterra como espécie de “amuleto” nas campanhas vitoriosas brasileiras, segundo levantamento do site oficial da FIFA.
Caminho até o possível encontro
Para que o confronto nas quartas se concretize, a Seleção de Tite — ainda firme na busca pelo hexa — precisa primeiro superar o Japão na segunda fase. Caso confirme o favoritismo, encontrará Noruega ou Costa do Marfim nas oitavas.
Do outro lado da chave, a Inglaterra de Gareth Southgate mede forças com a República Democrática do Congo. Em caso de avanço, ingleses pegam México ou Equador, teste que antecederia o potencial embate histórico com o Brasil.
Análise: o peso do passado em confrontos decisivos
O desempenho perfeito contra a Inglaterra serve de combustível emocional para atletas e torcida, mas não garante vaga antecipada. A evolução tática inglesa, marcada por maior controle de posse e eficiência nas bolas paradas, exige que o Brasil entre em campo com foco total, sobretudo se quiser evitar surpresas nas fases anteriores.
Ao mesmo tempo, a lembrança de partidas emblemáticas reforça a confiança do elenco canarinho. Transformar memórias positivas em performance será o grande desafio no estágio mais crítico do torneio, em que detalhes — e não apenas a camisa — definem quem avança.
O que você acha? O histórico favorável será suficiente para empurrar o Brasil rumo a mais uma semifinal de Copa do Mundo? Para acompanhar todas as notícias do Mundial, acesse nossa cobertura completa.


