Atlético-MG — De volta das férias, Tomás Cuello traçou um plano ousado: transformar suas assistências em taças para o clube no segundo semestre de 2026.
- Em resumo: Argentino já deu seis assistências e lidera o Galo em participações em gols.
- Período de treinos é visto como chave para arrancada no Brasileirão e nas Copas.
Assistências que viram esperança
Com nove participações diretas em gols em 31 partidas, Cuello se consolidou como principal garçom do elenco. Os números reforçam o otimismo do atacante, que vê espaço para crescimento coletivo no segundo semestre. De acordo com a tabela oficial da CBF, o Galo já reestreia no Campeonato Brasileiro em confronto direto com o Bahia, embate que pode calibrar a confiança alvinegra.
Para o argentino, manter o ritmo é indispensável para transformar estatísticas individuais em troféus.
“Feliz por estar de volta, trabalhando com o grupo. Temos este mês para nos prepararmos fisicamente, aprimorando aquilo que é necessário. Estou muito entusiasmado com este segundo semestre, pois sabemos que será de muitos outros objetivos”.
A declaração revela a sintonia do jogador com o planejamento do técnico Eduardo Domínguez, que conta com o ponta como peça fixa no sistema ofensivo.
Treinos intensivos antes dos duelos decisivos
Com agendas paralelas nas Copas, o Atlético aposta no mês cheio de preparação na Cidade do Galo para afinar entrosamento e condicionar fisicamente o grupo. Internamente, o consenso é de que o intervalo sem jogos oficiais deve servir como “mini-pré-temporada” para corrigir falhas e ampliar repertório tático.
“Já temos o Brasileiro começando com um confronto direto contra o Bahia aqui em casa, depois temos as Copas, que a gente conseguiu se classificar. Feliz porque estamos bem, trabalhando muito neste início de avaliações. Deu tudo certo. Agora é começar e trabalhar forte para que dê tudo certo”.
O tom confiante é reflexo da boa fase individual de Cuello, mas também sinaliza a urgência por resultados que sustentem a ambição do clube na temporada.
Análise: protagonismo que exige resposta coletiva
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