Endrick — O atacante de 19 anos dominou as redes sociais após o empate da Seleção Brasileira com Marrocos na Copa do Mundo de 2026, mesmo sem sair do banco de reservas, e disparou em popularidade.
- Em resumo: Endrick angariou cerca de 600 mil novos seguidores no Instagram em apenas 24 horas.
- Marca supera, somados, os ganhos de Neymar e Vini Jr no mesmo período.
Fenômeno digital eclipsa até Neymar
O pico de engajamento ocorreu do sábado para o domingo, segundo o Globo Esporte, quando Endrick registrou o boom de 600 mil seguidores — o dobro do total somado por Neymar e Vini Jr no intervalo. A reação frustrada do jovem ao saber que não entraria em campo viralizou e impulsionou a corrente de apoio entre torcedores e influenciadores.
Nas plataformas sociais, seu nome encabeçou assuntos mais comentados e quebrou recordes internos de menções. O volume reforça a força de marketing do atleta, já reconhecida por patrocinadores e monitorada de perto pela Fifa nos dados oficiais da Copa.
“Sempre fico impressionado com a máquina de engajamento que é o Endrick. Quase 54 mil comentários em fotos de um jogo em que ele sequer entrou em campo. Pelo jeito, só o Ancelotti não quer ele jogando. Desde a convocação para esta Copa do Mundo, ele já ganhou cerca de 3 milhões de seguidores”.
O comentário do jornalista Gustavo Terini no X ilustra a disparada de interesse em torno do camisa 9. Para ele, a distância entre a popularidade do atacante e seu tempo de jogo cria um paradoxo que pressiona o técnico Carlo Ancelotti.
Pressão sobre Ancelotti antes de Brasil x Haiti
A Seleção volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C. A expectativa é de que Ancelotti repense a escalação, abrindo espaço para a estreia de Endrick no Mundial.
“Eu não lembro da ultima vez que vi o povo brasileiro tanto em consenso com relação a um único jogador de maneira POSITIVA. Não gosto de ‘novo alguém’, mas o mlk definitivamente tem uma estrela, entrega, talento e brilho muito, mas MUITO fortes”.
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A fala de uma torcedora nas redes resume o clima de unanimidade rara entre brasileiros. O coro pela entrada do atacante cresceu após o 1 a 1 contra Marrocos, resultado que deixou o grupo totalmente aberto.
Análise: o poder das redes na escalação
O caso evidencia como métricas digitais passaram a interferir diretamente na narrativa esportiva. Um jogador que soma milhões de interações, mesmo sem atuar, aumenta o debate público sobre suas chances em campo e amplia a pressão sobre a comissão técnica.
Para Ancelotti, ignorar o apelo popular pode significar desgaste extra se o desempenho coletivo não evoluir. Já para Endrick, o fenômeno reforça seu valor de mercado antes mesmo de provar em campo seu potencial na primeira Copa.
O que você acha? Endrick já merece sair jogando contra o Haiti? Para acompanhar mais, acesse nossa cobertura completa.


