Seleção Brasileira — Um simples treino ganhou ares de novela quando Richarlison escorregou em direção a Carlo Ancelotti e aplicou um carrinho que derrubou o comandante, cena registrada na série “Vai, Brasil” do Globoplay e rapidamente multiplicada pelas redes.
- Em resumo: Atacante perdeu o controle numa disputa e acertou o técnico, gerando repercussão mundial.
- Apesar do susto, Ancelotti não se lesionou e manteve sua lista — sem Richarlison — para a Copa.
Treino descontraído ganha contorno de viral
O lance ocorreu em atividade de novembro de 2025, quando o elenco ajustava detalhes para os compromissos finais antes do Mundial. A dinâmica lembrava um rachão entre amigos, mas a intensidade subiu quando o camisa 9 disputou a bola com Fabinho. Desequilibrado, o atacante deslizou e atingiu o joelho de Ancelotti, que caiu no gramado. Imagens da cena foram divulgadas pela plataforma de streaming e, em poucas horas, acumulavam milhares de compartilhamentos. O episódio reacendeu discussões sobre a pressão interna no elenco canarinho, às vésperas da estreia contra Marrocos na principal competição da entidade máxima do futebol.
Além da curiosidade, o momento ganhou eco porque expôs o relacionamento informal entre jogadores e comissão, algo valorizado por Ancelotti desde que assumiu o cargo. Ainda assim, o técnico não esperava precisar se levantar do gramado em meio a risadas e expressões de susto.
“Foi um momento de medo. Achei que ele tivesse machucado. Foi uma disputa de bola com o Fabinho, que acabou me dando o ‘tronco’ e eu caí em cima do joelho dele (Anceloti)”.
A fala de Richarlison, exibida na série, mostra que o artilheiro se deu conta do risco imediatamente, temendo ter causado algo mais grave ao treinador italiano.
Atacante explica susto e fica fora do Mundial
Minutos depois da queda, a comissão médica confirmou que Ancelotti não sofreu qualquer lesão. O susto, contudo, rendeu brincadeiras internas e, principalmente, a viralização do vídeo. Entre memes e comentários, o episódio reforçou o carisma do “Pombo” na internet, ainda que seu futebol não tenha sido suficiente para convencê-lo na convocação final.
“Ele ficou em cima da minha perna, gritando, cheio de dor, mas graças a Deus não aconteceu nada e ele ficou bem”.
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Apesar da alívio do próprio atacante, a ausência de seu nome na lista divulgada logo depois alimentou especulações sobre possível represália. Ancelotti negou qualquer relação: a escolha, segundo o comandante, foi exclusivamente técnica. A Seleção estreia no torneio internacional sem Richarlison no elenco, enquanto a transmissão oficial no Brasil ficará a cargo de Globo e Globoplay.
Análise: impacto de um lance casual na percepção pública
Embora inofensivo do ponto de vista físico, o carrinho tornou-se munição para torcedores e comentaristas que analisam cada detalhe do ambiente interno da Seleção. A rápida disseminação nas redes revela como episódios triviais podem moldar narrativas sobre liderança, disciplina e união em um grupo que chegará à Copa sob intensa cobrança.
Para Ancelotti, o desafio vai além de montar o esquema tático: controlar o magnetismo midiático que envolve jogadores como Richarlison. Cada gesto no CT vira pauta nacional, exigindo gestão de crises em tempo real — mesmo quando ninguém se machuca.
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