Botafogo — O clube alvinegro decidiu abrir mão de escalar Júnior Santos contra o Atlético-MG na 15ª rodada do Brasileirão, preservando o caixa diante da multa prevista no acordo de empréstimo.
- Em resumo: cláusula de R$ 2 milhões impede a participação do atacante no confronto direto pelas primeiras posições.
Cláusula milionária trava escalação
Emprestado pelo Galo até dezembro, Júnior Santos soma 13 partidas, dois gols e 683 minutos pelo Botafogo em 2026. Entretanto, a simples presença do camisa 7 diante do clube de origem custaria R$ 2 milhões aos cofres alvinegros — valor que a diretoria considera fora de cogitação no atual cenário financeiro.
A penalidade está prevista no contrato firmado no início da temporada e segue as normas de registro publicadas pela Confederação Brasileira de Futebol. Além da multa, o acordo embute opção de compra fixada em US$ 8 milhões (cerca de R$ 39,1 milhões) ao término do vínculo.
“O acordo prevê uma multa de R$ 2 milhões caso o Botafogo decida contar com o jogador em campo contra o Atlético-MG.”
Carvalho redesenha o setor ofensivo
Sem o velocista de 31 anos, o técnico Franclim Carvalho deverá repetir a estrutura tática dos últimos compromissos, mas ajustando as beiradas do campo. A ideia é manter o ímpeto mostrado na vitória sobre o Racing, resultado que impulsionou a confiança interna para seguir colado na parte de cima da tabela.
Do outro lado, o Atlético-MG encara o duelo como chance de reação, o que amplia a relevância estratégica de cada escolha no Estádio Nilton Santos. Internamente, o Botafogo entende que enfrentar o concorrente direto sem Júnior Santos é um preço menor do que comprometer o planejamento orçamentário ao longo da temporada.
O que você acha? A diretoria acertou ao priorizar as finanças ou deveria pagar para ter força máxima? Para acompanhar mais sobre o Brasileirão, acesse nossa cobertura completa.

