Neymar — Recuperando-se de uma lesão na panturrilha, o camisa 10 da Seleção Brasileira ganhou da Puma um par de chuteiras exclusivas que já viralizou nos bastidores da Copa do Mundo.
- Em resumo: novo modelo traz nomes dos quatro filhos e a frase “tudo passa”.
- Lesão de grau 2 afasta o atacante dos amistosos contra Panamá e Egito.
Homenagem familiar vira assunto na concentração
Mesmo longe dos gramados, Neymar buscou participar do clima pré-Mundial personalizando cada detalhe do novo calçado. O design predominantemente rosa exibe os nomes Davi Lucca, Mavie, Mel e Helena, além de estampar a inscrição “tudo passa”, mantra que ele carrega tatuado no pescoço.
O gesto humaniza a preparação do craque e reforça a narrativa de superação no momento em que ele ainda não pode treinar com bola. Jogadores e membros da comissão técnica comentaram nos corredores que o item virou amuleto emocional para o atleta, enquanto a torcida repercute o visual nas redes.
De acordo com o calendário oficial da Fifa, a Seleção terá menos de duas semanas entre o último amistoso e a estreia no Mundial, o que torna cada detalhe da recuperação decisivo.
Lesão adia retorno e põe amistosos em risco
Exames recentes confirmaram a lesão de grau 2 na panturrilha direita, forçando o corte de Neymar dos compromissos contra Panamá, no Maracanã, e Egito, em Cleveland. A comissão técnica optou por centralizar o tratamento no departamento médico da Seleção para evitar novos deslocamentos e acelerar o processo.
Internamente, o cenário mais otimista projeta volta aos treinos no início de junho, cerca de duas semanas antes da estreia contra Marrocos. Ainda assim, existe a possibilidade de poupá-lo no primeiro jogo, empurrando a estreia das chuteiras para o segundo duelo, diante do Haiti. A cautela visa reduzir qualquer risco de recaída, recorrente em lesões musculares.
Análise: o peso da recuperação para o Brasil
A ausência de Neymar nos amistosos compromete testes táticos planejados por Dorival Júnior e limita opções de entrosamento com os pontas. Historicamente, a Seleção depende da criatividade do camisa 10 para quebrar linhas em jogos fechados. Sua eventual ausência logo na estreia exigiria mudanças de última hora no desenho ofensivo, aumentando a pressão sobre jovens substitutos.
Ao mesmo tempo, a imagem da chuteira comemorativa serve como ferramenta de motivação: reforça o vínculo familiar do jogador e cria uma narrativa de redenção capaz de engajar torcedores e patrocinadores. Se a recuperação se concretizar, o retorno ganhará contorno épico; se não, a lembrança intensificará o debate sobre dependência técnica.
O que você acha? A homenagem da Puma vai impulsionar Neymar ou a lesão seguirá como obstáculo? Para acompanhar todos os bastidores da Seleção, acesse nossa cobertura completa.

