Endrick — A escalada meteórica do atacante de 19 anos no Lyon levou o técnico Paulo Fonseca a classificá-lo como “convocação inevitável” para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026.
- Em resumo: Fonseca credita à evolução física e tática o chamado do brasileiro.
- Atacante saiu do status de aposta para peça central no Lyon em poucos meses.
Evolução relâmpago no Lyon surpreende comissão
Contratado por empréstimo após uma temporada e meia com oportunidades limitadas no Real Madrid, Endrick desembarcou em Lyon cercado de expectativas moderadas. Bastaram poucos jogos para que o atacante rompesse essa barreira e se tornasse titular incontestável, influenciando partidas decisivas e chamando a atenção de observadores da Copa do Mundo.
Fonseca destaca que o crescimento do brasileiro foi além dos gols: o jovem se adaptou ao ritmo físico da Ligue 1, absorveu conceitos táticos e passou a participar da construção ofensiva e defensiva do time.
“Obviamente fico muito satisfeito que ele tenha sido convocado. Aliás, depois da performance dele aqui, acho que era inevitável. A performance dele aqui foi realmente muito, muito positiva”
A fala escancara a convicção do treinador: para ele, o desempenho de Endrick no Lyon tornou impossível para Carlo Ancelotti ignorar o atacante no grupo de 26 nomes que defenderá o Brasil no Mundial de 2026.
Maturidade tática abre portas na Seleção
Nos treinos, a comissão francesa notou que Endrick passou a entender melhor os momentos de pressão, a atacar espaços sem a bola e a retornar para recompor, atributos que ampliaram sua utilidade coletiva. Essa pluralidade chamou a atenção de analistas que buscam modelos completos de atacante na elite europeia.
“Melhorou fisicamente, melhorou taticamente e acho que a sua participação no jogo coletivo melhorou imenso. Daí não me surpreender que ele tenha sido convocado. Foi realmente um jogador importante, muito importante para nós”
O depoimento reforça a visão de que a convocação não se baseou apenas em talento bruto, mas em evolução mensurável nos treinos e jogos, algo que a própria Seleção espera potencializar durante a preparação para o torneio.
Mesmo com a chamada para o Mundial, Fonseca lembra que o atacante ainda está distante do auge físico e técnico, projetando protagonismo crescente nos próximos ciclos internacionais. O Lyon, por sua vez, vê a vitrine do torneio como chance de valorização de um atleta que chegou como aposta e já se tornou referência.
O que você acha? Endrick deve ser titular da Seleção já em 2026 ou ainda precisa amadurecer? Para acompanhar todos os desdobramentos do ciclo rumo ao Mundial, acesse nossa cobertura completa.

