Andrea Kimi Antonelli — mesmo no topo da classificação da Fórmula 1 2026, o italiano encara um inimigo interno: as largadas que insistem em tirá-lo das primeiras posições e colocam a Mercedes sob pressão.
- Em resumo: piloto chama de “inaceitável” a sequência de arrancadas ruins que já o fizeram perder posições em todas as provas paradas do ano.
Falha de embreagem vira dor de cabeça
Nas seis largadas paradas disputadas até agora, Antonelli sempre caiu no pelotão e precisou buscar a recuperação. A equipe admite que o acionamento da embreagem continua inconsistente e compromete a saída do W17, problema assumido publicamente por Toto Wolff na última etapa, segundo reportou a matéria da ESPN Brasil.
Em Miami, por exemplo, o italiano largou em segundo, despencou para oitavo e ainda recebeu punição por limites de pista. Mesmo com a vitória em três GPs, o padrão preocupa a escuderia porque um começo ruim, em um grid cada vez mais próximo, pode custar pontos valiosos em corridas e sprints.
“Mas não é aceitável, acho que especialmente num fim de semana como esse, onde as diferenças eram muito menores, [uma largada ruim] pode realmente mudar a corrida.”
Equilíbrio do grid amplia o dano
Ao contrário de anos em que a Mercedes podia compensar erros com ritmo superior, a temporada 2026 tem diferenças de desempenho mínimas entre as equipes de ponta. Por isso, cada metro perdido na primeira curva vira batalha extra na pista e risco de incidentes.
Antonelli reconhece que ainda “falta confiança” no momento de soltar a embreagem. A escuderia trabalha em novos mapas de torque e testes de sensibilidade para reduzir a margem de erro já na próxima rodada, mas o próprio piloto admite que a adaptação será decisiva para sustentar a liderança do campeonato.
O que você acha? A Mercedes conseguirá resolver o problema antes que custe vitórias? Para acompanhar mais análises de velocidade, acesse nossa cobertura completa.
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