São Paulo — O Tricolor não passou de um 1 a 1 contra o Millonarios no Morumbis e, já na reestreia de Dorival Júnior, ouviu vaias e cobranças contundentes da própria torcida.
- Em resumo: falha de Dória gerou o gol colombiano e irritou o público.
- Escalação com titulares aumentou a pressão sobre Dorival.
Reestreia sem vitória amplia tensão no Morumbis
Logo aos oito minutos, Luciano abriu o placar após assistência de Bobadilla, mas o São Paulo perdeu intensidade e permitiu o empate de Jorge Hurtado na etapa final. A igualdade frustra o plano de classificação antecipada na competição organizada pela Conmebol e coloca Dorival sob escrutínio já no primeiro jogo do novo ciclo.
A torcida via a volta do técnico como solução imediata, principalmente depois do título conquistado em sua passagem anterior. O tropeço, porém, expôs velhos problemas defensivos e reacendeu críticas que vinham silenciadas.
“E um detalhe muito importante que poucos vão falar. Dorival escalou o time principal para buscar a classificação, não conseguiu e ainda desgastou o elenco. Será que precisava colocar todos os titulares no jogo de hoje?”
A mensagem, amplificada nas redes sociais, questiona a estratégia de usar força máxima num confronto teoricamente acessível, algo que pode cobrar preço físico nos próximos compromissos.
Erro de Dória vira símbolo da instabilidade
O zagueiro tentou sair jogando pelo meio-campo, perdeu a bola e viu Hurtado avançar livre para empatar. Minutos depois, ainda cometeu pênalti em Alex Castro, desperdiçado por Contreras, mas o estrago na confiança já estava feito.
“Dorival vai ter muito trabalho. Dória quando olha para um lado e passa para o outro entrega. Quando chutou entrega também. A única coisa positiva: a sorte. O São Paulo com o Roger teria perdido. Com o Dorival empatou. Sofremos e não será pouco.”
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O relato viralizou como síntese da preocupação coletiva: sem correções imediatas, falhas individuais podem minar o projeto do treinador justamente em seu retorno.
Análise: pressão precoce sobre Dorival e elenco
A utilização de titulares mostra que Dorival prioriza a Sul-Americana para ganhar fôlego e respaldo. O empate, contudo, reforça a percepção de que o elenco carece de equilíbrio entre defesa e ataque. Se a classificação não vier logo, o ambiente pode ficar tóxico e comprometer outras frentes da temporada.
Além disso, a paciência do torcedor parece curta. Ao menor sinal de repetição dos erros de 2025, a cobrança tende a migrar das redes para arquibancadas mais hostis, exigindo resposta rápida dentro de campo.
O que você acha? Dorival conseguirá estabilizar a defesa do São Paulo antes do próximo jogo? Para acompanhar mais análises da Sul-Americana, acesse nossa cobertura completa.

