Atlético-MG — Sob forte cobrança mesmo após carimbar a vaga nas oitavas da Copa do Brasil, o Galo vê o técnico Eduardo Domínguez exigir o “abraço” da massa alvinegra para evitar que a turbulência se agrave.
- Em resumo: Domínguez quer críticas só depois do jogo e promete “trabalhar duro” para vencer o Mirassol.
Vaga conquistada, mas pressão não arrefece
A classificação diante do Ceará nos pênaltis não dissipou o clima pesado na Cidade do Galo. Mesmo com o avanço, o treinador argentino reconhece que o rendimento segue aquém e, por isso, clama por unidade. Em entrevista após o duelo, citou que o elenco “necessita do calor” vindo das arquibancadas — pedido comum quando há risco de a relação time-torcida se romper.
O cenário ajuda a explicar por que, segundo a Confederação Brasileira de Futebol, clubes pressionados costumam ter desempenho inferior como mandantes quando o ambiente fica hostil.
“Neste momento, precisamos da torcida, porque se apontamos o dedo e criticamos é fácil para quem está fora. (…) Necessitamos de apoio. Critiquem depois da partida.”
Mirassol vira obstáculo-chave no Brasileirão
Com a Copa do Brasil em pausa, o Atlético-MG volta o foco para o Campeonato Brasileiro. O encontro com o Mirassol, neste sábado (16), às 18h30, na Arena MRV, representa a chance de retomar vitórias em casa — algo que Domínguez considera obrigatório para recuperar confiança e pontuar na tabela.
Historicamente, o Galo construiu campanhas sólidas a partir do fator casa; repetir esse roteiro pode ser decisivo para estancar a fase irregular e blindar o elenco de novas críticas.
O que você acha? A torcida deve segurar as cobranças até o apito final contra o Mirassol? Para acompanhar mais análises do campeonato, acesse nossa cobertura completa.

